Início de ano é sempre a mesma coisa: Contas para pagar, material escolar dos filhos e também as merecidas viagens de férias.  O problema é ter dinheiro para tudo isso. Sabia que negociar milhas aéreas pode ser uma boa fonte de renda extra? E o melhor: vender milhas é seguro!

Este texto é para quem tem milhas acumuladas, mas sempre teve receio de negociá-las, por não conhecer bem esse mercado e temer se tratar de um negócio informal ou mesmo ilegal. A boa notícia é: na letra fria da lei, não há nada que coíba a comercialização dos pontos, muito pelo contrário.

Fique conosco, tire suas dúvidas sobre o assunto e nunca mais perca milhas simplesmente por não saber como ou não ter a confiança necessária para negociá-las de maneira segura.

O que diz a lei sobre o comércio de milhas?

Por se tratar de um modelo de negócios relativamente recente, a comercialização das milhas ainda não possui um capítulo próprio dentro das leis que regulamentam o comércio no Brasil.

Até por isso, a interpretação quanto ao assunto é ampla e leva em conta aspectos já fundamentados da legislação para analisar o tema.

O Código de Defesa do Consumidor, por exemplo, interpreta que as milhas são um bem adquirido pelo cliente, pois se trata de um valor que está embutido no preço das passagens, na anuidade do cartão e nos clubes de milhas.

É do cliente, portanto, o direito de fazer o que desejar com estes pontos acumulados. Mais um aspecto que atesta que, sim: vender milhas é seguro.

Mas, e as companhias aéreas? O que dizem sobre o assunto?

O grande problema dessa história é que, as companhias aéreas, detentoras dos programas de fidelidade em que as milhas são acumuladas, passaram a se sentirem lesadas, uma vez que pessoas não filiadas puderam viajar sem necessariamente comprar passagens diretamente com essas empresas.

O lamento dessas companhias é compreensível, já que os dados mais atualizados desse mercado dão conta que, apenas durante o ano de 2017, a compra e venda de milhas movimentou algo em torno de R$ 500 milhões. Uma grana e tanto que essas empresas deixaram de arrecadar.

Um outro lado dessa valiosa moeda…

Por outro lado, o crescimento do interesse pelo mercado de milhas também vem, direta ou indiretamente, beneficiando as companhias aéreas.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF), apenas no primeiro trimestre de 2018, houve um aumento de 25% no número de clientes cadastrados em algum programa de fidelidade e, atualmente, o país já conta com mais 115 milhões de pessoas que aderiram à pelo menos a um destes programas.

Futuramente, isso pode fazer com que as empresas do setor passem a enxergar o comércio de milhas com outros olhos.

Mas por enquanto, para evitar ou pelo menos tentar dificultar a negociação de milhas,  os programas de fidelidade das companhias aéreas têm feito é colocar em seus contratos de adesão aos planos, cláusulas que impedem que o consumidor negocie seus pontos.

Porém, para o azar dessas empresas, mais uma vez a interpretação da lei é favorável ao consumidor. O PROCON  considera esse tipo de cláusula como nula, exatamente pelo fato de as milhas pertencerem ao cliente e a empresa não ter poder algum sobre elas.

E vai além: Os órgãos de defesa do consumidor interpretam, portanto, que as empresas é que agem de maneira ilegal ao tentarem interferir na comercialização dos pontos. Sabe o que isso significa? Caminho livre para negociar suas milhas!

Vender milhas é seguro, mas somente se quem as compra for de confiança

Bom, sabemos que negociar as milhas acumuladas é algo permitido pela lei, o que é ótimo.

No entanto, isso não quer dizer que você deva sair por aí repassando suas milhas para qualquer um. Nesse, como em qualquer ramo de negócios, existem pessoas e até mesmo empresas que agem com má fé, só esperando a oportunidade de levar vantagem sobre alguém desavisado.

Assim, vender milhas é seguro apenas se quem as compra transmitir confiança e seriedade. Você pode negociar seus pontos com amigos, familiares e colegas de trabalho, ou seja, pessoas que passem a confiança de que não haverá prejuízo ao fim da negociação.

Fora essas pessoas, o ideal é optar por empresas idôneas, que conhecem o mercado e, sobretudo, passem a sensação de que tratam esse negócio de maneira séria.

Nesse aspecto, alguns pontos podem ser observados para facilitar a escolha de para quem vender milhas:

  •         Opte por empresas que possuam um site com certificação padrão de segurança (HTTPS) por criptografia. Isso garante que seus dados não caiam em mãos erradas;
  •         Verifique se esse site disponibiliza informações importantes como Políticas de Privacidade, o CNPJ da empresa, telefones de contato e um canal online de ouvidoria, por exemplo;
  •         Busque saber nas redes sociais ou em sites de defesa do consumidor como anda a reputação dessa empresa junto aos clientes;
  •         Busque boas referências com amigos que já tenham realizado negociações desse tipo com alguma empresa.

Dentre outros, estes são importantes fatores a serem levados em conta no momento de negociar milhas. A proteção oferecida ao cliente, a comodidade em poder realizar a transação sem precisar buscar interessados e, principalmente, sem sair de casa, são as vantagens em fazer negócios com uma empresa especializada do setor.

Vender milhas é seguro com a Cash Milhas

Como dito anteriormente, a empresa escolhida para você negociar suas milhas deve transmitir confiança e, mais que isso, informações que garantam a seriedade na transação.

Tudo isso é o que a Cash Milhas oferece: site moderno, de fácil navegação e com todas as informações legais sobre a empresa, tudo para que você tenha a certeza de que fará bons negócios.

Bom, não é? Mas saiba que não para por aí. Garantimos ainda a melhor avaliação de seu saldo de pontos e a cotação por suas milhas. Entre em contato conosco e comprove!